Forgetting Sarah Marshall

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O mérito do novo esforço da equipa Apatow é ser capaz de equilibrar noções correctas sobre as relações (por exemplo, como se vai descobrindo depois de tudo acabar que afinal aquela pessoa não era tão boa como queriamos que fosse) com um distanciamento da verosimilhança que não deixa as coisas tornarem-se demasiado sérias (não, não é normal encontrar um sucessor do calibre de Mila Kunis assim logo de seguida), e logo, deprimentes. Acima de tudo, gosto que o filme seja parcial para com o loser, o que lhe confere um cunho ligeiramente terapêutico.

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