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Há quem diga das “marchas lgbt”, como do casamento homossexual, que são coisas foleiras. Nada relembrar, como vi deliciosamente dito por um anónimo algures: “Foleiro, foleiro, é ser homofóbico”.
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Há quem diga das “marchas lgbt”, como do casamento homossexual, que são coisas foleiras. Nada relembrar, como vi deliciosamente dito por um anónimo algures: “Foleiro, foleiro, é ser homofóbico”.
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Publicado em Umbigo
Com as etiquetas "Break my arms around my love", post secret
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Já em Naifa os versos de “pequenos romances” foram para mim o momento mais marcante e doloroso da noite:
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«Organizei o remorso,
Não encontrei absolutamente nada»
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O mesmo voltou a acontecer com Feist, quando disse:
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«The saddest part of a broken heart
Isn’t the ending so much as the start
The tragedy starts from the very first spark
Losing your mind for the sake of your heart»
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É nestes momentos em que sabemos que valeu a pena ir. O que é um concerto senão um momento no escuro onde nos ligamos profundamente a uma música tocada para nós? E nestes ligou, ó se ligou.
ps: para o J.
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Com as etiquetas "Break my arms around my love", Feist, Música, Naifa
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São 5 fases da teoria da morte, ou de estar a morrer. Para mim, soa-me bem mais a ciclo da vida. Talvez seja bom adicionar ilusão ao início para ficar totalmente completo.
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Em Mr. Brooks, um competente thriller à “Dexter” recheado de estrelas, Kevin Costner, um psicopata, recita várias vezes uma oração, que ao contrário da maioria, me parece bela:
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God grant me the serenity
to accept the things I cannot change;
courage to change the things I can;
and wisdom to know the difference. (…)
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Dita a Serenity Prayer, o psicopata continua a matar.
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Uma das maiores recompensas de um amor longo e sólido é o fim do medo de perder o outro. É também o maior perigo de amar. É bom não ter que conquistar alguém todos os dias, simplesmente acordar ao lado e não ter vontade de esconder as olheiras. No entanto, este comodismo abre a porta à água mole da preguiça, à erosão do tempo. O tédio está à espreita, o peso do mundo instala-se em todos os ombros, a tentação continua a pedir-te que a trinques. Todos, mas todos passarão por isso, um dia. Quase todos vamos falhar, porque “às vezes amar não chega”. Aqueles que conseguirem vão mordiscar o maior prazer do mundo: um amor que está vivo e em paz.
Eu queria que este blog começasse sob o signo do amor.
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