Bocados de Letras #3

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“They say the definition of madness is doing the
same thing and
expecting a different result…

That’s right!”

Try It Again

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Serenidade

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Em Mr. Brooks, um competente thriller à “Dexter” recheado de estrelas, Kevin Costner, um psicopata, recita várias vezes uma oração, que ao contrário da maioria, me parece bela:

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God grant me the serenity
to accept the things I cannot change;
courage to change the things I can;
and wisdom to know the difference. (…)

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Dita a Serenity Prayer, o psicopata continua a matar.

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Bocados de Letras #2

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“I saw your good old friend

He walked right passed

I’ll never ask

I’ll never ask again

Relief

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Os plausíveis

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“Alfred Hitchcock used to complain about moviegoers who refused to yield to the pleasures of narrative. “The plausibles,” he called them—viewers who, rather than enjoying one of his stories about two ordinary people caught up in some sort of sinister affair, would nag at minor details or ask, “Why don’t they call the cops?” To narrative filmmakers, the plausibles ask the wrong questions and make the wrong demands. They should care not whether a thriller is absolutely consistent but whether it gives good, nasty jolts.

David Denby, provavelmente o melhor crítico de cinema do mundo

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Discos de 08 – #1 Santogold : Santogold

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Ouvir: boomp3.com

Myspace

E talvez a pior capa do ano também.

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O “point” está mesmo no nome, estúpido

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Ninguém deve ser discriminado ou limitado nos seus direitos em função da sua opção sexual. Não é importante a designação que damos ao instituto desde que possamos garantir esses direitos.

Pedro Passos Coelho, candidato a líder do PSD.

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Ps. Quando puderem, não façam mesmo a asneira de se casarem.

Pps. Para mais, ler o Miguel.

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PressPlay

Bocados de Letras

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“Patience is just another word for getting old”

Fireworks

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“How do we keep love alive?”

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Uma das maiores recompensas de um amor longo e sólido é o fim do medo de perder o outro. É também o maior perigo de amar. É bom não ter que conquistar alguém todos os dias, simplesmente acordar ao lado e não ter vontade de esconder as olheiras. No entanto, este comodismo abre a porta à água mole da preguiça, à erosão do tempo. O tédio está à espreita, o peso do mundo instala-se em todos os ombros, a tentação continua a pedir-te que a trinques. Todos, mas todos passarão por isso, um dia. Quase todos vamos falhar, porque “às vezes amar não chega”. Aqueles que conseguirem vão mordiscar o maior prazer do mundo: um amor que está vivo e em paz.

Eu queria que este blog começasse sob o signo do amor.

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